
Bom dia a todos que avidamente esperam por mais um post nesse blog meio chinfrim...
OK, todos sabem que eu trabalho na funlec né?
Adoro meu serviço! Mas o povo não tem muita inteligência para carreira.
Se você entra logo fica estagnado, não existe plano de carreira, você não cresce, só arranja mais sarna pra se coçar...
Mesmo assim, pra mim que acabei de me formar e não tenho nome é um bom lugar pra se estar.
Mas ultimamente uma coisa tem me feito perder a cabeça, não com a instituição, mas onde eu trabalho exatamente, o Oswaldo Tognini.
A diretora daqui perdeu uma das coisas que eu preso num pessoa, a capacidade manter a palavra.
Exemplo: ela me vira no começo do mês e me diz com estas palavras:
- Seu Paulo, você quase me mata de vergonha, como você me abre uma sala assim para os pais verem? Deixe aquela sala do meio aberta, porque todas a cadeiras são verdinhas e novas.
Sem problema, eu fiz como me foi mandado mesmo ela dizendo algo que pra mim não fazia sentido pois aquele dia calhou de eu ter a chave então não poderia ficar arrumando as salas.
Hoje ela me chega e me fala:
- Seu Paulo, eu não falei pra você colocar todas a cadeira verdinhas nessa sala?
- Não, você me mando deixa-la aberta por que todas a cadeiras eram verdinhas.-disse eu.
- Será que eu to falando grego, eu falo uma coisa e você entende outra? Não quero isso assim Seu Paulo.
Tipo, só quando eu calho de ter a chave ela vem reclamar pra mim que eu não fiz algo que ela não mandou... Se ela tivesse mudado a fala dela para: Ah, não? então faça isso pra mim.- eu faria sem problema, feliz até pois gosto da instituição.
Não precisava nem de um por favor, eu sei obedecer ordens e se me dão uma ordem eu a executo na hora.
Por isso que digo que minha hora na Funlec está acabando, se aparecer algo melhor um pouco eu to vazando com toda a certeza.
Funlec, te amo, mas com essa diretora eu não trabalho.